Causa Monárquica

Novembro 9, 2009

MONARQUIAS, CAMPEÃS DA IGUALDADE DE OPORTUNIDADES, DE ACORDO COM FORUM

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 10:35 pm
ECONÓMICO MUNDIAL

Portugal caiu cinco lugares no ranking global que mede a diferença entre homens e mulheres na vida económica e política de um país. O Fórum Económico Mundial estudou 143 países. Portugal aparece na posição 46, caiu quatro lugares em relação a 2008. Suíça no 40º lugar, França no 51º lugar e Portugal no 46ª lugar, dizem muito sobre o desempenho das três repúblicas mais emblemáticas da Europa em termos de igualdade de oportunidades, todos atrás da totalidade de monarquias existentes na Europa. Os dados não deixam margem para dúvidas. Relativamente ao ano passado, Portugal perdeu pontos nos indicadores que medem a participação económica e política, assim como as oportunidades de carreira dadas às mulheres, bem como no acesso destas à educação básica e superior. Quando se compara os dados com 2008, as perdas não ficam por aqui. Há também uma quebra na igualdade dos salários pagos a homens e mulheres para a mesma função bem como no acesso a cargos de topo nas empresas e na justiça.

Apesar do panorama ter piorado, o ranking do Fórum Económico e Mundial revela que, nos resultados gerais, Portugal conseguiu ainda assim estar, acima da média em três indicadores: esperança média de vida, acesso às profissões técnicas e acesso aos ensinos secundário e superior. O ranking que hoje é divulgado em Nova Iorque avalia a forma como cada país distribui, entre homens e mulheres, as oportunidades existentes independentemente dos recursos de que dispõe.

Monarquia, campeã da igualdade

Na linha da frente dos que mais fazem pela igualdade de sexos estão os países no Norte da Europa como Noruega (2), Dinamarca (13), Espanha (10), Reino Unido (11), Holanda (12), Suécia (1).Curiosamente na sua maioria, porque não existem mais, monarquiasFace a Republicas como França que passou do 70º lugar, próximo do Brasil (outra Republica que este ano piorou ,apesar do aumento de riqueza), para 51ª lugar, ou dos EUA o 31ª lugar e Austria (27º), ambos atrás de Cuba.Este resultado é a prova efectiva de que a iguladade de oportunidades é uma falácia entre as republicas, mesmo as mais ricas. – 25 de Outubro de 2009.

Consultar índice: http://www.weforum.org/pdf/gendergap/rankings2007.pdf

Fonte: http://www.weforum.org/en/Communities/Women%20Leaders%20and%20Gender%20Parity/GenderGapNetwork/index.htm

Publicado por: http://www.somosportugueses.com/

S.A.R., DOM DUARTE CONVIDADO DE HONRA DO ROTARY CLUB ESTOI PALACE INTERNATIONAL-

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 10:30 pm

“A HISTÓRIA MODERNA DE PORTUGAL” Fonte: Estoi Palace International - Click here for Recent & Forthcoming Club Events

(Clique nas imagens para ampliar)
PALÁCIO DE ESTÓI – FARO

Palácio de Estói (século XIX), o qual pertencia inicialmente ao Visconde de Estói, José Francisco da Silva. A construção do Palácio durou cerca de 20 anos, terminando com uma festa grandiosa no dia 2 de Maio de 1909 nos jardins do Palácio. Após a morte do Visconde de Estói, o Palácio foi mantido na respectiva família até 1987, quando foi comprado pela Câmara Municipal de Faro. Actualmente o Palácio foi transformado na Pousada de Estói.

Composto pelo edifício principal com os antigos pavilhões de chá e os seus fantásticos jardins ao estilo Versailles, este edifício fantástico está localizado na pequena cidade de Estói, a 10 Km da capital do distrito do Algarve, Faro.
Esta unidade, com cerca de 4ha, perto das Ruínas de Milreu, inclui antigos estábulos e vacarias, os quais estão actualmente a ser convertidos num espaço dedicado a Eventos.

Publicada por Blogue Familia Real Portuguesa

Novembro 5, 2009

Um herói no século XX, Manuel António Vilela

Arquivado em: Informação, Monarquicos — ramsoft @ 11:18 pm

avo

Como em todas as lutas por ideais sempre houve pessoas anónimas e ilustres, sempre houve grandes feitos e pequenos feitos. Manuel António Vilela nasceu na cidade do Porto no ano de 1900 em plena Monarquia, quando caiu o regime era uma criança com 10 anos com plena consciência do que a rodeava. Profundamente convicto dos ideais da Liberdade e da Democracia lutou sempre por eles contra ventos e marés sendo um pró-americano convicto dos 7 costados; os primeiros registos que conheço são da Segunda Grande Guerra, onde prestou serviços de informação aos Office of Strategic Services ( http://en.wikipedia.org/wiki/Office_of_Strategic_Services )organização criada em 1942 pelo presidente dos Estados Unidos da América  Franklin D. Roosevelt, o meu pai lembrava-se da carta que Manuel António Vilela guardava na gaveta da sua secretária com um louvor por escrito e assinado pelo presidente dos EUA a agradecer os serviços prestados.

Nessa altura Portugal e Lisboa eram os principais centros de espionagem da Europa por onde passavam espiões de todos os países de ambos os lados do conflito armado, ser pró americano era ser anti-salazarista porque Salazar era pró Hitler. O fervor pelos ideais políticos de Manuel Vilela manifestava-se com simples actos de terrorismo ideológico como hastear a bandeira Americana no seu jardim na casa da Foz no Porto. Era um simpatizante do Partido Democrata de John F. Kennedy, era também um Iberista convicto, achava que a capital do país não devia ser Lisboa mas sim Coimbra porque ficava a meia distância de todos os portugueses.  Quem sou eu para julgar …

Era uma pessoa extremamente preocupada com o sofrimento dos seres vivos, reflexo disso era incapaz de ver um seu animal de estimação a sofrer … quando viu o seu Lobo de Alsácia a sofrer levou-o ao veterinário, ao ver que não tinha salvação pediu para fazer eutanásia porque não suportava ver o sofrimento. Não foi o seu único animal com o qual ficava preocupado com o sofrimento …

Era também um homem com muita coragem, alguém era capaz de em plena década de 50 ir a Espanha com a mulher ver uma tourada e no momento da estocada gritar “ASSASSINOS !!! ?, foi preso pela Guarda Civil mas foi coerente com os seus valores pelos direitos dos animais. Era um homem com as suas influências e contactos no Porto ou não fosse ele um dos que estava ao lado de Humberto Delgado nas eleições de 1958, ao lado do homem que demitia Salazar se fosse presidente da republica. Era um homem que não queria que o seu filho andasse na Mocidade Portuguesa, um dia viu a formatura da Mocidade onde estava o seu filho Joaquim … dirigiu-se ao responsável espetou-lhe um murro e disse que não queria seu filho misturado com aquela corja. Por estas e por outras foi duas preso  pela PIDE.

Teve defeitos como todos os homens, não quis que o seu filho Joaquim fosse para a Guerra do Ultramar porque queria que ele tomasse conta do negócio de família … mas quem sou eu para o julgar ? somos humanos …

Manuel António Vilela faleceu em 1974 depois de anos antes ter um AVC e ficado de cadeira de rodas imobilizado, penso que nem festejou a Liberdade pela qual tanto lutou.

Para mim Manuel Vilela foi uma pessoa distante que nunca conheci até 1989, tinha eu 14 anos. Grande ano onde vi a queda do Muro de Berlim, vi o Massacre de milhares na luta pela Democracia  da Praça de Tianamen. Vi ! Ao mesmo tempo tive a minha iniciação monárquica. Num fim de semana quando fui visitar a minha avó com os meus pais ao Porto fiquei à espera com o meu pai no escritório do meu avô que a minha avó Anita tinha deixado intacto.

Vi uma fotografia num local de destaque na porta na entrada do escritório, era a fotografia de um homem jovem com traje militar … fotografia autografada pelo próprio.  Eu como adolescente curioso perguntei ao meu pai, ele disse-me que era a fotografia de El-Rei D.Manuel II.

A partir daí conheci o verdadeiro Manuel António Vilela o meu avô homem que apesar de tudo era a referência ideológica e moral do meu pai, muita da Liberdade e Democracia que hoje vivemos devemos a pessoas como o meu avô que era Monárquico como Artistides de Sousa Mendes seu contemporaneo. A partir daí recebi o “Código de Honra da Família” que foi transmitido por gerações aos quais nenhum Vilela/Monteiro deveria alguma vez quebrar :

- Honra

- Palavra

- Honestidade

- Frontalidade

- Humildade

- Caridade

Fui educado ideologicamente com estes princípios, cresci a trocar ideias com pessoas mais velhas do que eu, cresci a testemunhar debates ideológicos comandados com Guterres e naturalmente a influência do meu pai foi decisiva para limpar da cabeças as dúvidas que um adolescente naquela altura poderia ter. Como dizia o meu pai o partido português fiel à tradição do Avô Vilela e representante dos ideais do Partido Democrata Americano era o Partido Socialista, penso que isso é inegável e como tal segui a tradição de família de mais de 100 anos pela luta da Liberdade e Democracia.

Sinceramente gostava de conhecer algo mais sobre Manuel Vilela, de certeza que o seu dossiê da PIDE de 1933 a 1974 deve ser bem grande para consultar … era o desejo do meu pai que pretendo concretizar. Serei fiel aos seus princípios SEMPRE, Monárquico, Democrata. Este exemplo mantem acesa a chama que por muitas vezes me questiona no vazio ideológico que muitas vezes encontro.

Exemplos como este de família e tantos outros só tenho uma coisa  a dizer …

Obrigado por terem existido.

Ainda vale a pena lutar por algo …

Rui Monteiro

Novembro 3, 2009

Regeneração – Ideias e Soluções para o combate ao flagelo da Corrupção

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 10:02 pm
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Meus caros

Todos nós ficamos estupefactos com o que vemos nas notícias, é um imperativo do exercício da nossa cidadania questionarmos sobre o que nos rodeia. Será que algo é possível fazer para acabar com este flagelo ? Quanto mais dúvidas o Povo tiver, quanto maior for a distância dos cidadãos ou melhor dos Portugueses de quem os governa caímos no perigo de colocar a nossa Democracia e Liberdade em Causa !

Nada disto é novo, há 100 anos estavamos no mesmo, a republica era a Junta de Salvação Nacional que se impunha e eu pergunto ? Afinal valeu a pena ?

As Farpas de Eça de Queirós(1871)

Aproxima-te um pouco de nós,e vê. O país perdeu a inteligência e a consciência moral.Os costumes estão dissolvidos,as consciências em debandada,os carácteres corrompidos.A práctica da vida tem por única direcção a conveniência.Não há príncipio que não seja desmentido.Não há instituição que não seja escarnecida.Ninguém se respeita.Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.Alguns agiotas felizes exploram.A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.O povo está na miséria.Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.O desprezo pelas ideias em cada dia.Vivemos todos ao acaso.Perfeita,absoluta indiferença de cima abaixo!Toda a vida espiritual,intelectual,par

ada.O tédio invadiu todas as almas.A mocidade arrasta-se envelhecida das mesas das secretárias para as mesas dos cafés.A ruína económica cresce,cresce,cresce.As quebras sucedem-se.O pequeno comércio definha.A indústria enfraquece.A sorte dos operários é lamentável.O salário diminui.A renda também diminui.O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder a burguesia proprietária de casas explora o aluguer.A agitagem explora o lucro.A ignorância pesa sobre o povo como uma fatalidade.O número das escolas só por si é dramático.O professor é um empregado de eleições.A população dos campos,vivendo em casebres ignóbeis,sustentando-se de sardinhas e de vinho,trabalhando para o imposto por meio de uma agricultura decadente,puxa uma vida miserável,sacudida pela penhora;a população ignorante,entorpecida,de toda a vitalidade humana conserva únicamente um egoísmo feroz e uma devoção automática. No entanto a intriga política alastra-se.O país vive numa sonolência enfastiada.Apenas a devoção insciente perturba o silêncio da opinião com padre-nossos maquinais. Não é uma existência,é uma expiação. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte:o país está perdido!Ninguém se ilude.Diz-se nos conselhos de ministros e nas estalagens.E que se faz?Atesta-se,conversando e jogando o voltarete que de norte a sul,no Estado,na economia,no moral,o país está desorganizado-e pede-se conhaque! Assim todas as consciências certificam a podridão;mas todos os temperamentos se dão bem na podridão! (Este texto foi originalmente escrito em 1871,mas caso Eça de Queirós voltasse podia constatar que nada mudou,e que para cúmulo temos uma Nova Desordem Mundial.)

 

A História repete-se, não podemos correr o risco que aconteceu em 1926 depois de 1908 terem quase decepado o regime vigente. O Povo Português merece melhor, não precisa de uma refundação precisa sim de um Regeneração !

Rui Monteiro
Ideias e Soluções para o combate ao flagelo da Corrupção

Novembro 1, 2009

Impensável numa Monarquia – Julgamento de Chirac já começou

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 3:40 pm

O Tribunal de Paris começa hoje a julgar Jacques Chirac por um caso de empregos fictícios na Câmara Municipal de Paris, durante o seu segundo mandato como autarca da cidade, entre 1983 e 1998.

Os assessores do antigo presidente de França (1995-2007), que foi liberado da acusação de falsificação de documentos públicos no mesmo caso, já garantiram que ele está “sereno e decidido a provar que não houve empregos fictícios“.

Durante 12 anos, Chirac, de 76 anos, gozou de imunidade presidencial, estando por isso protegido de acções judiciais, mas voltou a ser um cidadão comum aos olhos da lei quando Sarkozy o substituiu no cargo, em 2007.

A 21 de Novembro desse ano, o político foi indiciado por “desvio de fundos públicos” e “abuso de confiaça” no caso de “empregos de favor” com salários indevidamente pagos pelo município.

Em causa estão 35 desses alegados empregos fictícios, mas Chirac é acusado de ter criado 21 desses cargos. Para além de Chirac, há mais nove indiciados no caso, entre eles um neto do general Charles de Gaulle, um irmão do presidente do Conselho Institucional e a mulher do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Hervé de Charette.

Fonte :I Online

Real Associação da Beira Litoral – Assinatura da escritura notarial

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 1:20 am
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Assinatura da escritura notarial da RABL

Fábio Reis Fernandes

Énio Semedo

Francisco Ferreira Neves

Mário Neves

A 15 de Setembro assina-se a escritura notarial de constituição da Real Associação da Beira Litoral. Um formalismo legal que corporiza a força da vontade e da lealdade. Ergue-se bem alta a bandeira da Causa Real e cresce firme a fé de Restaurar Portugal!
Real Associação da Beira Litoral

Outubro 31, 2009

A Nossa bandeira em Malta !

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 12:32 am

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Outubro 30, 2009

COMPRAS REAIS NO CHIADO

Arquivado em: Informação — ramsoft @ 11:24 pm
Revista “Flash” – 27-10-2009
(Clique na imagem para ampliar)

Fonte : Blogue Familia Real Portuguesa

Outubro 26, 2009

A revolta de Fernando Nobre: “Temos 40% de pobres”

Arquivado em: Forum Realistas — ramsoft @ 8:02 pm

O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou “completamente intolerável” que exista quem viva “com pensões de 300 ou menos euros por mês”, e questionou toda a plateia se “acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?”

Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar “que exista quem viva com 450 euros por mês”, apontando que se sente envergonhado com “as nossas reformas”.

“Os números dizem 18% de pobres… Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e todos outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha…” disse ainda.

“Quando oiço o patronato a dizer que o salário minimo não pode subir…. algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes… e com razão”, salientou Fernando Nobre.

O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que “pensem mais do que dois minutos em tudo isto”. Para Fernando Nobre “não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma”, criticou, garantindo que a sociedade “não vai aceitar que tudo fique na mesma”.

No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. “Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado”, citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: “Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais”.

Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que “acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros… Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis”.

Fonte : http://www.ionline.pt/conteudo/29380-a-revolta-fernando-nobre-temos-40-pobres

Assembleia Geral do IDP

Arquivado em: IDP, Informação — ramsoft @ 3:33 pm

Assembleia Geral do IDP

24 de Outubro de 2009

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(24 de Outubro de 2009)

Assembleia Geral do Instituto da Democracia Portuguesa
24 de Outubro de 2009

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Dr. Fernando Nobre, SAR D. Duarte Pio e a Drª Luisa Janeirinho

A Assembleia Geral do Instituto da Democracia Portuguesa realizou-se no dia 24 de Outubro de 2009 no FORMAR ,Av. Brasília Pedrouços

Com início formal às 11:00 procedeu-se á concretização da Ordem de
trabalhos.Após reordenação dos orgãos sociais, com a eleição de João Palmeiro, actual Presidente da Associação Portuguesa de Imprensa (API) ,para a Direcção do IDP.

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Consequentemente foram eleitos ,por unanimidade ,para o Conselho de Curadores: do Arq. Gustavo Nuno Ariosa Cunha; da Drª Ilda Saragoça da Matta; D. Diana Alvares Pereira de Mello e do Dr. Fernando Carvalho Rodrigues.

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D. Diana Alvares Pereira de Mello

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Dr. Fernando Carvalho Rodrigues

A apresentação do relatório da Direcção pelo seu Presidente, Dr. Mendo Castro Henriques, constituiu o 2º ponto da Ordem de trabalhos.
Na óptica constante de uma dimensão integrada entre o nível regional,
nacional e internacional veio o IDP desenvolvendo várias iniciativas
como a Wiki Constituição 2.0.
Iniciativa cujos resultados foram pelo Presidente do Conselho de Foruns, Leonardo de Melo Gonçalves

Interviram Almeida Ribeiro e Armando Marques Guedes para falar no
interesse da questão da justiça

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Almeida Ribeiro

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Armando Marques Guedes

Em debate sobre o lançamento do livro “A morosidade da justiça”, ainda no prelo, e as iniciativas levadas a cabo pelo IDP, como o colóquio com o mesmo nome do livro.

Para elaborar com maior detalhe a iniciativa “Perguntas à Democracia”

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Francisco Cunha Rego

sob o formato de Congresso discursou Francisco Cunha Rego.O interesse manifesto de entidades Camarárias para acolher o II Congresso Perguntas à Democracia é um manifesto registo da relevância dos temas tratados

Para falar sobre os meios de comunicação do IDP, nomeadamente o
programa de rádio “perguntas proibidas” falou Paulo Rascão , um dos
responsáveis pelo projecto.

Frederico Brotas de Carvalho revelou o interesse que o IDP apresenta
perante várias instituições, como representações dilomáticas de outros
países (o caso da participação do IDP no colóquio realizado na
embaixada do Brasil é um dos exemplos já existentes) e instituições
nacionais.

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Realçando o carácter de parceria institucional que o IDP tem
vindo a capitalizar.

Mendo Castro Henriques finalizou a apresentação e debate do relatório
de actividades com a reafirmação da importância estratégica das 30
NUT’s (nomenclature d’unités territoriales statistiques) nacionais,
como modelo mais relevante do que o conceito de município.
O valor estratégico da divisão territorial permite a mais rápida
identificação de uma rede coerente de cidades que permitam aumentar o desenvolvimento e coesão do território nacional diminuindo o hiato entre o litoral e o interior.

Intervenção de SAR D. Duarte Pio, Duque de Bragança e Presidente de honra do IDP

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D. Duarte alertou para o interesse da Galiza, no âmbito da Lusofonia, e dos novos países que aderem à CPLP como a Guiné equatorial, uma antiga colónia espanhola, com a qual a Fundação D. Manuel II coopera para criar um Instituto da Cultura Portuguesa, com vista à formação de futuros quadros técnicos.

O interesse da educação e dos curriculos escolares para o futuro das gerações vindouras foi outro dos temas de interesse focados por D. Duarte, a par da questão ecológica como temas de relevo para a defesa da Democracia

Intervenção do Presidente da Assembleia, Dr. Fernando Nobre

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Fernando Nobre, Presidente da AMI, realçou a importância de discutir os temas nacionais .Com a pobreza a aumentar a par do desemprego alinha-se uma alteração no paradigma de cidadania, com um número crescente e sem paralelo de pessoas a querer envolver-se no debate da nação.

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Após o fim dos trabalhos procedeu-se ao período de debate para os associados

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